A partir do 20 de Março do 2020 e pelo Decreto 297/20 todo o pais ingreso num período de

isolamento social, preventivo e obrigatório.

¿Qué significa?

Você não pode sair da casa ou alojamento na cidade apenas para se fornecer dos artigos

essenciais como alimentos, artigos de limpeza e medicamentos.

Se você não cumpre as normas, comete um delito.


No caso de ter viajado para um pais onde o virus circula ou tiveste contato com

pessoa doente, você deve ficar por 14 dias isolado.

Se você tambem tiver algum dos sintomas, ligue gratis à 107.


Para mais informações, por favor envie um e-mail para turismo@buenosaires.gob.ar

Os segredos da cozinha portenha
Um cenário enorme e variado, como nas grandes metrópoles.

Quando perguntamos a qualquer dono de restaurante da cidade qual é o segredo do seu negócio, além dos motivos pessoais, todos respondem a mesma coisa: os portenhos adoram sair para comer. Alguns preferem os "bodegones", outros um restaurante gourmet ou ainda uma "parrilla". Mas, sem dúvida alguma, comer fora é o esporte preferido do portenho. Será então por isso que o cenário gastronômico é enorme e variado, como nas maiores metrópoles do mundo. Falar sobre tudo é impossível, então escolhemos alguns dos conceitos e propostas que mais identificam a cidade da maneira que seus habitantes a vivem e, isso é o que você não pode deixar de contar depois de sua viagem!

Clássicos de sempre: "parrillas" e "bodegones"

Cada cidade tem seus "curingas" e Buenos Aires, complexa e contraditória, possui dois: as "parrillas" e os "bodegones". Os bodegones são o retrato portenho das correntes migratórias mais importantes que chegaram à cidade: a italiana e a espanhola. Neles comemos excelentes massas, pratos feitos (conhecidos por "minutas"), alguns pratos à base de mariscos e peixe, e a indispensável carne na "parrilla". São marcas registradas, nesse tipo de restaurante, os garçons que há anos trabalham no mesmo lugar, conhecem os cardápios e fazem malabarismo com os pratos. Alguns destes bodegones funcionam há mais de 100 anos.

As parrillas são o equivalente às churrascarias brasileiras. Lugares onde a estrela é a carne, aqui acompanhada de batatas fritas ou de salada mista (alface e tomate). Uma das vantagens da onipresença da carne na Argentina é que encontramos parrillas para todos os gostos e bolsos: desde um lugar pequeno numa esquina de bairro até exclusivos restaurantes em Palermo ou Puerto Madero. A qualidade da carne não é a mesma, mas em todas podemos experimentar os cortes mais apreciados pelos argentinos ("bife de lomo", "bife de costilla", "vacío" e outros), além das características "achuras" (miúdos) deliciosas ("chorizos", "mollejas", "riñones" e mais).

Essa linda mistura de raças (e pratos)

Buenos Aires é uma cidade de imigrantes que chegaram trazendo, entre outras coisas, sua culinária. Por isso, se você se cansar de comer carne (e acredite, acontece!) há muitas outras opções disponíveis. Algumas coletividades, como a italiana e a espanhola estão há muito tempo na cidade. Outras há pouco tempo começaram a aparecer como a francesa, peruana (com seu ceviche e a fusão peruana-nikkei), árabe e armênia, entre outras. Os restaurantes, tipo deli americanos, também chegaram para ficar. 

A nova cozinha portenha: os bistrôs

Finalmente, para os visitantes que desejem conhecer as novas tendências da cozinha portenha, uma passada pelos pequenos bistrôs que começaram a aparecer há uns vinte anos, é uma excelente idéia. São lugarzinhos cheios de charme, atendidos por chefs jovens e famosos na cidade, que lembram os restaurantes nova-iorquinos; misturam o melhor da culinária portenha com todo tipo de influência, usando ingredientes de alta qualidade, preferivelmente frescos. Vegetais orgânicos, massas caseiras, carnes e peixes excelentes preparados de maneira simples, para saborear lentamente. Dependendo do bairro e do estilo do restaurante, alguns são mais boêmios, outros não, e cada um tem seu encanto. Costumam mudar o cardápio seguidamente, o que convida a voltar e experimentar outro prato, no mesmo lugar.

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