A partir do 20 de Março do 2020 e pelo Decreto 297/20 todo o pais ingreso num período de

isolamento social, preventivo e obrigatório.

¿Qué significa?

Você não pode sair da casa ou alojamento na cidade apenas para se fornecer dos artigos

essenciais como alimentos, artigos de limpeza e medicamentos.

Se você não cumpre as normas, comete um delito.


No caso de ter viajado para um pais onde o virus circula ou tiveste contato com

pessoa doente, você deve ficar por 14 dias isolado.

Se você tambem tiver algum dos sintomas, ligue gratis à 107.


Para mais informações, por favor envie um e-mail para turismo@buenosaires.gob.ar

5 canções que cantam a Buenos Aires
Descubra as canções que são dedicadas a Buenos Aires.

1. Balada para un Loco - Roberto Goyeneche (1969)

“Não vês que a lua vai rolando pela Callao?”
 

Dezenas de tangos já foram escritos e dedicados a cidade onde a dança e a música nasceram, mas esta peça de vanguarda composta por Astor Piazzolla, com letra de Horacio Ferrer revolucionou o gênero dentro do contexto do movimento argentino de Nueva Canción, ou Nova Canção. Menciona as ruas portenhas de Callao e Arenales e o hospital psiquiátrico da Rua Vieytes em Barracas como uma homenagem tanto a loucura do amor, como da cidade por si própria. A versão mais famosa desta música foi gravada por Roberto Goyeneche e Amelita Baltar. Abaixo há um tributo de Elena Roger em 2016.

Deixamos aqui o tributo que Elena Roger fez em 2016: 

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2. En la ciudad de la furia – Soda Stereo (1988)

“Me veras a voar pela cidade da fúria,
onde ninguém sabe de mim e eu sou parte de todos”.
 

Escrita e composta por Gustavo Cerati, “En la ciudad de la furia” virou a referência em que muitas pessoas fazem sobre Buenos Aires até os dias de hoje. O conceito explica a crise econômica e social que o país sofria durante o então governo do presidente Raúl Alfonsín. Assim resumia Cerati: “A canção foi composta em uma época muito terrível da Argentina, em 1988, em plena hiperinflação e fúria desatada, assim que não foi nada difícil escrever sobre uma cidade da fúria”.

Este é o clipe original que lançou a banda no final dos anos oitenta:

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3. Con la frente marchita - Joaquín Sabina (1990)

“Me mande um cartão postal de San Telmo. Adeus, se cuide”.
 

Nesta ocasião não se trata de uma música escrita por um artista local, senão pelo punho do lendário cantor espanhol Joaquín Sabina. Descreve seu romance com uma mulher portenha e a maneira em que ela o seduz com seu profundo amor pela querida Buenos Aires. Na primeira estrofe já consegue mencionar Jorge Luis Borges, Evita Perón e Carlos Gardel. 

Escuchá acá el homenaje de Sabina a Buenos Aires:

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4) 11 y 6 - Fito Páez (1985)

“Ele se aproximou, lhe perguntou se estava bem,
chegou à janela nas pontas dos pés e a levou a caminhar pela Corrientes.”
 

Fito Páez é um dos maiores expoentes do rock argentino no final do século XX. Relata uma história de amor de duas crianças carentes de 11 e 6 anos. Beijam-se em um café, caminham pela Avenida Corrientes e vendem rosas durante a noite.

Disfrutá de este clásico porteño que aún sigue vigente:  

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5) Vasos Vacíos / Los Fabulosos Cadillacs (1988)

“A nossa é água de rio misturada com mar”. 
 

Los Fabulosos Cadillacs, banda liderada por Vicentico, teve seu maior momento de sucesso nas décadas dos 1980 e 1990, fundamentalmente depois de lançar o seu disco homônimo a esta canção. A letra, de livre interpretação, indica uma relação de amor não correspondia e para descrevê-la utiliza a metáfora do Rio da Prata, que é largo como o mar, mas doce como um rio. Durante muito tempo a banda cantou e interpretou esta música ao vivo junto com a cantora cubana Celia Cruz.

Cerrá el repertorio con otro “temazo” de antaño:

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Conheça mais sobre a música portenha.