A partir do 20 de Março do 2020 e pelo Decreto 297/20 todo o pais ingreso num período de

isolamento social, preventivo e obrigatório.

¿Qué significa?

Você não pode sair da casa ou alojamento na cidade apenas para se fornecer dos artigos

essenciais como alimentos, artigos de limpeza e medicamentos.

Se você não cumpre as normas, comete um delito.


No caso de ter viajado para um pais onde o virus circula ou tiveste contato com

pessoa doente, você deve ficar por 14 dias isolado.

Se você tambem tiver algum dos sintomas, ligue gratis à 107.


Para mais informações, por favor envie um e-mail para turismo@buenosaires.gob.ar

3 lendas urbanas de Buenos Aires
Labirintos no Parque Chas, maldições em Recoleta e monstros em Puerto Madero.

O Labirinto sem saída do Parque Chas

Fica definitivamente proibido se dirigir ao quarteirão das Ruas Berna, Marsella, La Haya e Ginebra. Se alguém se animar em dar uma volta completa, aparecerá em qualquer outro lugar do bairro Parque Chas, menos onde deveria.
 
Conta à história que em 1957 um grupo de exploradores franceses aceitaram o desafio e, depois de tentá-lo, apareceram em Villa Urquiza, um bairro localizado a 3 quilômetros.  Outra vez, alguns urbanistas catalães formaram duas equipes e caminharam em direção oposta com a ideia de se encontrarem na metade. Não foi assim: depois de alguns longos minutos, um dos grupos apareceu caminhando atrás do outro.
 
A lenda nasceu em um conto do escritor Alejandro Dolina, que falava deste bairro característico por seu difícil traçado de ruas circulares e conclui dizendo, “Em realidade, é conveniente não se aproximar do Parque Chas”. 

A maldição da Faculdade de Engenharia 

Nem tudo que brilha é ouro e nem todas as obras monumentais guardam histórias felizes. A atual Faculdade de Engenharia da Universidade de Buenos Aires começou a ser construída em 1912, pelas ordens do reconhecido engenheiro Arturo Prins. Detalhista e obsessivo, ele buscava construir o edifício neogótico mais surpreendente da cidade.

Tudo começou muito bem até que em 1938, quando já havia finalizado a primeira etapa da construção, o trabalho misteriosamente parou. Alguns falaram que os custos haviam superado o programado e outros que os planos tinham um erro de cálculo que, se continuassem com a obra, esta terminaria em um desmoronamento.

Prins morreu um ano depois e as más línguas afirmam que decidiu se suicidar por não ter suportado o erro cometido. Nos anos 1950, um estudante quis retomar o projeto e armou uma tese para continuá-lo. Não somente não o realizou senão que, além disso, jamais se formou. A partir deste momento, mais ninguém se animou a continuar o edifício que está na Avenida Las Heras, no bairro de Recoleta, imponente e inacabado.

O monstro da Reserva Ecológica 

Uma misteriosa criatura vive neste espaço verde de 350 hectares e ninguém sabe quando voltará a aparecer. Diferentes histórias ao longo dos anos falam de um mamífero com tamanho de cachorro e características de rato.

Dizem que é um ratão-do-banhado, o animal parecido com a lontra que vive nas margens do rio.

A primeira vez que se ouviu falar dele foi em 1986, dias depois de que a Reserva foi inaugurada. Entre tanta flora e fauna resulta difícil reconhecer todas as espécies e ninguém se anima a realizar um diagnóstico acabado. Assim nasceu a lenda do “Reservito”, que segundo diferentes testemunhas, se alimenta de carne humana e persegue quem caminha tranquilamente.

Grupos de jovens se organizaram mais de uma vez para enfrentá-lo, mas nunca obtiveram êxito. Com a falta de cadáveres nem desaparecimentos inexplicáveis, “Reservito” fez o suficiente como aparecer e desaparecer sem que fosse documentado.